Tenente Portela: Cadeirante é autuado por falsidade ideológica

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Indivíduo foi flagrado dormindo em frente à Igreja Matriz em Tenente Portela (Foto: Reprodução/Facebook)

A Polícia Civil de Tenente Portela identificou nesta segunda-feira (30/03), um cadeirante que apareceu misteriosamente na cidade identificando-se como Israel Jardim Sena.

A Polícia iniciou então uma investigação, onde foi apurado que o indivíduo apareceu da mesma forma na cidade de Ijuí, onde solicitou passagem na Assistência Social daquele município para viajar para o estado de Santa Catarina, e então foi fornecida uma passagem para Tenente Portela, de onde deveria providenciar a sequência do deslocamento.

Ao ser questionado pelo Comissário de Polícia, Valmir Pressi, quando encontrado na estação rodoviária de Tenente Portela, o sujeito identificou-se, todavia alegou não possuir documentos. Questionado sobre sua fonte de renda, disse que possuía beneficio, no entanto, não apresentou o cartão para tal remuneração. Ao ser questionado sobre sua origem, disse que teria vindo de Santa Maria, mas depois alegou ter vindo de Santo Ângelo. As contradições geraram o inicio da investigação de sua identidade.

Ao solicitar auxilio na Assistência Social de Tenente Portela, seguia com a versão mentirosa de sua originalidade.

Segundo o Delegado de Polícia Roberto Fagundes Audino, titular da delegacia de polícia de Tenente Portela, o nome verdadeiro do cadeirante não era revelado, pois a legislação vigente não permite.

Com 29 anos de idade, é natural de Porto Alegre, mas residente em Uruguaiana.

O indivíduo possui extensa folha de antecedentes na cidade de Uruguaiana, entre eles, crimes contra o patrimônio, uso de drogas e porte ilegal de arma de fogo. Consta a seu desfavor passagens por crimes sexuais contra vulnerável, com vítimas crianças.

Conforme Audino sugere-se a eventuais pessoas ou entidades que o auxiliem, o cuidado de não deixarem meninas na sua proximidade.

Ele será autuado pelo crime de falsa identidade, todavia, por não estar em situação de flagrante e por não haver previsão de reclusão para o crime, o mesmo permanecerá em liberdade.

FONTE: 22ª DPRI

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