Mistério marca o início do trabalho de Coudet no Inter

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Coudet deverá montar equipes mistas para os primeiros desafios do Inter na temporada | Foto: Ricardo Duarte / Inter / Divulgação / CP

A intensidade está nos discursos, nas entrevistas e nos treinos no dia a dia do CT Parque Gigante. É a palavra e, principalmente, o conceito mais frequente da pré-temporada do Inter, que chega à sua terceira semana. Mas há outro que corre lado a lado: o mistério. Desde que desembarcou em Porto Alegre, Eduardo Coudet concedeu apenas uma entrevista e fechou a maioria dos treinos, mesmo aqueles eminentemente físicos. Conviver com o segredo, aliás, não é “privilégio” dos torcedores, mas também dos próprios jogadores. Também eles desconhecem os planos do treinador para a estreia do Inter no Campeonato Gaúcho, amanhã, contra o Juventude, no Alfredo Jaconi.

Nessa segunda-feira, Coudet orientou um treino pela manhã no CT Parque Gigante. A atividade foi aberta por alguns minutos. Em seguida, os jornalistas foram convidados a sair. Hoje, há outro trabalho fechado. “Na verdade, também é mistério (para os jogadores). Ainda não foi falado sobre isso (time para a estreia no Gauchão). Foi apenas o primeiro trabalho da semana em preparação para o jogo contra o Juventude. Não sabemos qual será a equipe, assim como vocês (jornalistas)”, enfatizou Nonato, que concedeu entrevista ontem: “Não sabemos qual será o time. Temos a mesma expectativa”.

Coudet não falou, nem para os jogadores, mas o planejamento para as semanas antes da estreia na Libertadores prevê a utilização de quase todo o grupo de jogadores. Contra o Juventude, uma equipe mista representará o Inter. Os titulares, aproveitando que o jogo será no Beira-Rio, enfrentam o Pelotas, domingo, naquele que provavelmente será o primeiro e único teste antes da estreia na Libertadores, dia 4 de fevereiro, contra o Universidad de Chile, em Santiago. Tudo indica que formações mistas ou completamente reservas também serão utilizadas nos jogos contra São Luiz e Ypiranga, na terceira e quarta rodadas, ambas fora de Porto Alegre.

A interlocutores, Coudet diz que fechar os treinos dá mais privacidade aos jogadores, permitindo que eles possam errar sem constrangimentos, e para esconder o método de trabalho importado da Argentina. Também salienta que na maioria dos outros países há poucos atividades abertas. “Confiamos muito no trabalho dele. Sabemos que ele tomará as melhores decisões”, finalizou Nonato.

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