Renato vê Grêmio com mais chances em Gre-Nal “muito competitivo”

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Treinador viu boas disputas com bola rolando | Foto: Mauro Schaeffer

O técnico Renato Portaluppi viu o Grêmio superior ao Inter no Gre-Nal, mesmo com a maior posse de bola do adversário. “Eu discordo do Inter ter superioridade. Eu procuro analisar o jogo com o pessoal do CDD, foram sete chutes a gol do Grêmio, cinco do Inter”, resumiu.

“Tiveram as chances do Boschillia, mas precisa falar nossas duas últimas: com Luciano e Geromel. E ainda a bola do Lucas”, citou Renato. Ele reconheceu, contudo, que em dado segmento da partida, o Tricolor correu riscos. “Teve um momento de superioridade de posse de bola do Inter. Mas a posse é muito dentro do campo deles”, analisou.

De acordo com o comandante gremista, o Grêmio foi mais objetivo. “A nossa posse é no campo do adversário. Até os 85 minutos foi um clássico e um jogo de Libertadores. Disputado e competitivo”, acrescentou Renato.

O técnico comentou a confusão e a briga nos minutos finais do clássico. “Infelizmente tivemos aquele lance faltando cinco ou seis minutos para terminar, gerando essa confusão toda. Ninguém gosta disso e infelizmente manchou o espetáculo. Pois foi um bom espetáculo. Ambos competiram e procuraram jogar, com casa cheia”, definiu Renato. “Eu não quero confusão, não quero que eles briguem. Mas a gente não vai ficar lá para apanhar”, completou.

Renato indicou que alguém do Inter começou a confusão, mas não quis apontar nomes. “Independente de quem começou a confusão, não vou livrar a cara dos meus jogadores. Estão errados os dois times, foi uma vergonha. Tava sendo um Gre-Nal muito bem disputado com as duas equipes procurando vencer, o que alegra os torcedores. Começou a confusão e foi uma vergonha”, relatou.

“O Grêmio tem mais chutes a gol, o Inter teve duas bolas na trave, mas as duas chances mais claras foram do Grêmio”, apontou Renato. “Houve uma superioridade do Inter no segundo tempo quando a gente adotou um esquema um pouco diferente e deu um pouco a mais de espaço. Quase pagamos por isso. Não fomos muito felizes com esse posicionamento do Everton. Depois voltamos ao normal e passamos a ter mais oportunidades”, ponderou.

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