Jogadores do Libertad, adversário do Grêmio na Libertadores, são afastados do grupo principal

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Recalde (à direita, de colete amarelo) foi um dos jogadores afastados pela direção do clube paraguaio | Foto: Imprensa Libertad / Divulgação / CP

Três jogadores do Libertad, adversário do Grêmio nas oitavas de final da Libertadores da América, foram afastados pela direção da equipe, e estão realizando o trabalho de pré-temporada juntamente com os aspirantes. A informação é do D10, vinculado ao jornal paraguaio Ultima Hora.

Os afastados foram o atacante Jorge Recalde, o volante Ángel Lucena e o lateral Alan Benítez. Os dois últimos, inclusive, estiveram em campo no Paraguai, no dia 23 de abril, quando o Grêmio venceu os paraguaios por 2 a 0. Ambos entraram no decorrer do jogo. Já Recalde entrou na partida na Arena, no dia 12 de março, na vitória dos paraguaios por 1 a 0.

Para o periódico paraguaio, o presidente do clube Francisco Giménez Calvo confirmou a informação, e falou que o motivo da decisão foi a atitude dos jogadores de forçar uma possível transferência para outras equipes. “Eles manifestaram seus interesses em sair do clube e queremos jogadores comprometidos com a nossa instituição”, declarou.

O vínculo contratual dos três jogadores vence no final do ano. Ainda segundo o Ultima Hora, Recalde teria, inclusive, proposta para seguir atuando no Olimpia, principal rival do Libertad no país.

O Libertad já fez a sua reapresentação para os trabalhos de pré-temporada, mas sem alguns atletas, que estão na Copa América. É o caso do atacante Óscar Cardozo, que inclusive marcou gol no empate do Paraguai em 2 a 2 contra o Catar. No total, 26 jogadores iniciaram os trabalhos no estádio Nícolas Leóz.

Os três seguem afastados do grupo principal, e se apresentaram para treinar normalmente junto aos aspirantes. O vice de futebol do clube, Rubén di Tore, definiu o caso como “encerrado” para a direção do Libertad.

Polêmica em março
Essa não é a primeira vez que uma polêmica extracampo atinge o Libertad ao longo da Libertadores de 2019. Em março, após golear a Universidad Catolica por 4 a 1, a direção optou por demitir o então treinador Leonel Álvarez. Na ocasião, o clube alegou que o treinador não teria cumprido questões contratuais.

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