RS segue com quatro casos suspeitos de coronavírus

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O Rio Grande do Sul permanece com quatro casos suspeitos de infecção por coronavírus, de acordo com o balanço divulgado pelo Ministério da Saúde nesta terça-feira. No país, caiu de 14 para 13 o número de quadros suspeitos da doença. Outros 16 já foram descartados. Conforme a pasta, São Paulo é o estado que mais concentra casos – seis, no total, além de cinco descartados. Depois do RS, há dois em Santa Catarina e outro no Rio de Janeiro. No Rio Grande do Sul, segundo o ministério, três suspeitas já foram descartadas.

Conforme a Secretaria da Saúde do Estado, os monitoramentos ocorrem em Novo Hamburgo, Canoas (dois) e Morro Reuter. Todos apresentam estado de saúde estável e encontram-se em isolamento domiciliar até a melhora dos sintomas. Os casos notificados por Novo Hamburgo (um homem de 54 anos) e por Morro Reuter (um menino de três anos) tratam-se de residentes da China que procuraram atendimento durante estadia no Rio Grande do Sul.

Já os pacientes de Canoas são um casal (ele de 65 anos e ela de 60) que viajou ao país da Ásia neste último mês. As amostras de todos foram encaminhadas para a Fiocruz, no RJ, um dos três laboratórios de referência nacional para análise do coronavírus. Ao todo, até o momento, foram 12 casos notificados no RS. Além dos quatro ainda suspeitos, outros três foram descartados (por diagnóstico para influenza) e cinco foram excluídos por não atenderem a definição de suspeitos.

Segundo o secretário de Vigilância em Saúde da pasta, Wanderson de Oliveira a maioria dos exames dos pacientes investigados até aqui deu positivo para gripe comum. Nesta terça, o governo enviou ao congresso a Lei da Quarentena do Coronavírus. O texto permite ao governo federal adotar legalmente os procedimentos de quarentena, isolamento e realização compulsória de exames médicos e tratamentos específicos para enfrentar a emergência de saúde pública decorrente do novo coronavírus, que surgiu na China.

Desde que o governo chinês anunciou o surto em dezembro, a doença matou 490 pessoas e infectou mais de 20,4 mil. Até agora, 80% dos mortos são pessoas com 60 anos de idade ou mais e 75% tinham doenças anteriores, como diabetes, informou nesta terça-feira a Comissão Nacional de Saúde da China (NHC).

Fonte: Corrio do Povo

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