Região Celeiro atinge meta de vacinação contra febre aftosa

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Primeira etapa da imunização no Rio Grande do Sul foi realizada durante o mês de maio (Foto: Fernando Dias/SEAPDR)

A Secretaria Estadual da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR) divulgou que 99% dos bovinos e búfalos do Rio Grande do Sul foram imunizados contra a febre aftosa na primeira etapa da campanha, realizada durante o mês de maio. A meta inicial era atingir 90% do plantel estimado em 12,6 milhões de animais.

Conforme levantamento do Departamento de Defesa Sanitária da SEAPDR, a etapa envolveu 288.875 propriedades rurais com 12,6 milhões de bovinos e búfalos. Foram imunizados 12,5 milhões de animais, correspondendo a 99% do rebanho, em 279.879 estabelecimentos, que representam 96,89% das propriedades no Estado.

– Os índices alcançados superam a meta estabelecida pelo Programa de Controle e Erradicação da Febre Aftosa no Rio Grande do Sul, que é de 90%, e a sugerida pelo Ministério da Agricultura, de 85% – destaca o coordenador do programa no Estado, Fernando Groff.

Somados, os 21 municípios da Região Celeiro totalizam 171.466 animais entre bovinos e búfalos. Os maiores índices vacinais por rebanho foram registrados em Barra do Guarita e Derrubadas, 99,84% cada. Já a menor cobertura vacinal ocorreu em Bom Progresso (95,54%).

Quando é analisado o índice de imunização por propriedade, o primeiro lugar no ranking regional pertence a Derrubadas com 99,80%, seguido por Sede Nova, com 99,69%. O pior desempenho neste quesito, entre os 21 municípios, ficou com Bom Progresso (93,49%). Conforme a SEAPDR, a campanha envolveu 10.113 propriedades rurais na Região Celeiro.

Mesmo superando as metas, o Governo do Estado promove ações corretivas e busca quem deixou de participar desta etapa de vacinação. A SEAPDR também planeja atividades de educação sanitária nos municípios que tiveram os menores índices de cobertura vacinal, com o objetivo de aumentar esses indicadores na próxima etapa de imunização, programada para o mês de novembro.

Os produtores que não comprovaram a vacinação ficarão com suas propriedades interditadas até a regularização e sofrerão sanções, conforme determinado pela legislação vigente.

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