Uma eliminação com a cara do Inter de Medeiros

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Foi uma eliminação melancólica, assim como tem sido a história recente do Inter, sobretudo, no período do presidente Marcelo Medeiros, que assumiu o posto quando o time estava na Série B, e tinha a obrigação de ser campeão, mas não foi, somente conseguiu o acesso de volta à Série A, e de resto, só vagas e eliminações. Sendo, inclusive, derrotada em casa na final da Copa do Brasil 2019, apenas mais um episódio.

Mas, falando do jogo contra o Boca Juniors nesta quarta-feira, foi muito diferente do Inter que vinha se apresentando recentemente, foi bem mais a cara do Inter no auge do Coudet. Quem sabe, pela necessidade de fazer gol, faltou tranquilidade, e um pouco de sorte, nas finalizações.

Abel voltou à casamata, depois de longos dias afastado por conta da Covid, e deu ritmo à equipe, apostou em uma escalação mais experiente, com excessão de Praxedes, e com um ataque mais veloz e de maior movimentação. Com a defesa segura, o Boca não ameaçou em todo o primeiro tempo, e no segundo, só tentou demonstrar algum ímpeto após sofrer o gol.

Ao Inter, faltou a mesma tranquilidade nas penalidades, e coube à um guri de 18 anos a responsabilidade de bater o pênalti decisivo, uma lástima, não poderiam fazer isso com o Peglow. Mas tenho a certeza que ele vai superar essas e será sim um grande jogador.

Resta saber se a equipe seguirá com esta evolução no comando de Abel Braga, após uma queda terrível de rendimento que o fez despencar da 1ª para a 7ª colocação no Brasileirão. Um lampejo do Abel de 2006 parece ter surgido na equipe. Mas , mais essa eliminação, mostra muito bem a cara que o Inter tem na gestão de Marcelo Medeiros.

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